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Samuel Costa
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Rev. Samuel Costa e sua esposa Mônica
Foto: Alexander Muradas

Pastor há 22 anos, também com formação em sociologia, exerce o ministério priorizando a vida em família e o ensino bíblico. Seu ministério é fortemente marcado pela fidelidade às Escrituras Sagradas, sempre analisando os temas atuais à luz da Palavra de Deus. Publicou os livros "Esquecidos na terra, lembrados no céu", "O Comportamento Secreto" e "Liderança Eficaz". É casado com Mônica Gontijo (formada em Matemática) e tem dois filhos, Guilherme e Lucas.



A alegria do Senhor PDF Imprimir E-mail
Escrito por Samuel Costa   
Sex, 09 de Abril de 2010 10:05
Um bom dia, com a graça do Senhor!
Hoje estou mais feliz do que ontem. Deus é muito bom!

"Assim voltarão os resgatados do Senhor e virão a Sião com júbilo, e perpétua alegria lhes coroará a cabeça; o regozijo e a alegria os alcançarão, e deles fugirão a dor e o gemido". (Isaías 51:11).

 
 
Nada melhor do que voltar pra casa! PDF Imprimir E-mail
Escrito por Samuel Costa   
Sex, 26 de Março de 2010 15:34

Não teremos ido a lugar algum, enquanto não chegamos de volta à nossa casa! O retorno pra nossa casa é uma pequeníssima amostra do que sentiremos quando chegarmos à casa do nosso Pai - a nossa casa.

 
Venderam-se como escravos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Samuel Costa   
Qua, 17 de Março de 2010 16:34

O pastor George Foster me contou uma história impressionante. Em seguida ele me presenteou com uma revista em que a mesma história estava registrada. Transcrevo a vocês o que aconteceu entre os morávios para que vejamos o que significa viver e morrer para o Cordeiro de Deus.

Dois jovens cristãos morávios ouviram falar que numa das ilhas das Índias Ocidentais havia um ateu, um inglês, que mantinha ali entre dois e três mil homens como escravos. E ele dizia:

“Nesta ilha, nunca haverá um pregador, nem pastor. Se por acaso um navio naufragar aqui e houver nele um religioso, podemos até deixar que venha para cá, mas o manteremos numa casa separada até que ele possa ir embora. Entretanto, nunca vamos permitir que ele fale de Deus a nenhum de nós. Não quero saber mais dessas besteiras."

Assim, naquela ilha do Atlântico, estavam três mil escravos, trazidos das selvas da África. Ali eles iriam viver e morrer, sem nunca ouvir falar de Cristo. E aqueles dois jovens morávios, com vinte e poucos anos, ouviram essa notí­cia. Então eles se venderam como escravos àquele fazendeiro britânico. Com o dinheiro que receberam, puderam comprar a passagem, pois o homem só pagava aquele mesmo valor para qualquer escravo e não providenciava o traslado para a ilha.

No dia em que iam partir, os irmãos de sua comunidade vieram de Herrenhut até o porto para se despedirem de­les. Como os jovens haviam se vendido como escravos para o resto da vida (e não apenas para um período de quatro anos), nunca mais retornariam à sua terra. É que assim, sendo escravos, poderiam viver como crentes ali onde aqueles outros se encontravam.

Quando o navio, levado pela maré, começou a se afastar do cais, em Hamburgo, entrando nas águas do mar do Norte, os dois iam nele. Seus familia­res choravam, pois sabiam que nunca mais iriam vê-los. E muitos deles não entendiam por que os dois jovens estavam partindo as­sim. Até questionavam se aquilo era mesmo sensato. À medida que a distância ia aumen­tando, as casas da beira do cais iam sumindo da vista e os jovens percebiam a separação crescendo. Então um deles passou o braço pelo do colega, ergueu o outro braço e gritou:

"Que o Cordeiro que foi morto receba a re­compensa de seus sofrimentos!"

Foram as últimas palavras que aqueles irmãos ouviram dos lábios dos jovens. E elas se tornaram o apelo central das missões morávias. Na verdade, elas são a única razão para nossa existência.

Que o Cordeiro que foi morto receba a recompensa de seus sofrimentos!

Última atualização em Qua, 17 de Março de 2010 16:49
 
O meu Senhor é o Deus da Providência PDF Imprimir E-mail
Escrito por Samuel Costa   
Ter, 23 de Fevereiro de 2010 08:09

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"E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades." (Filipenses 4:19)

Última atualização em Ter, 23 de Fevereiro de 2010 08:10
 
Confiar no Senhor é o melhor projeto de vida PDF Imprimir E-mail
Escrito por Samuel Costa   
Seg, 01 de Fevereiro de 2010 10:58



Todos os nossos problemas devem ser enfrentados com confiança no Senhor. Confiar é o passo seguinte ao ato de crer. Você crê que Jesus tem todo o poder nos céus e na terra. Ótimo! Porém, o mais importante é confiar naquele em quem cremos; isto é, entregar toda a vida, todos os sonhos, todos os projetos Àquele que prometeu que nos faz mais que vencedores Nele.

“Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos atemorizeis diante deles, porque o SENHOR, vosso Deus, é quem vai convosco; não vos deixará, nem vos desamparará” (Deuteronômio 31:6).

“Ora,
aquele que dá semente ao que semeia e pão para alimento também suprirá e aumentará a vossa sementeira e multiplicará os frutos da vossa justiça (2 Coríntios 9:10).

“Quanto a mim, porém, sou como a oliveira verdejante, na Casa de Deus;
confio na misericórdia de Deus para todo o sempre” (Salmos 52:8).

Última atualização em Seg, 01 de Fevereiro de 2010 18:41
 
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